PROFISSÕES EM VIAS DE EXTINÇÃO
09:23:00
Com avanço cada vez mais da tecnologia e de seus procedentes, tem se registado um nível forte de influência desta na transformação do mercado de trabalho. Se por uma esta evolução tem contribuído positivamente na vida social e profissional do homem, como o Big Data, a Inteligência Artificial (IA) e a robótica, que vieram facilitar-nos a vida. Contudo, este avanço tecnológico também têm o seu lado negativo. De acordo com o “El Confidencial”, num artigo publicado em 2020, a transformação digital vai levar algumas profissões a desaparecer já a partir dos tempos que se avizinham. Esta situação, claramente, já é vivenciada em algumas realidades, em países mais avançados tecnologicamente.
Um estudo da McKinsey Global Institute, da Universidade de Oxford e do Banco Mundial, citado pelo jornal espanhol, previu que, em 2030, entre 400 e 800 milhões de trabalhadores sejam substituídos por software. E, na verdade, o Fórum Económico Mundial estima que 29% das tarefas já estejam a ser feitas por máquinas.
Segundo um estudo apresentado, na XXIII Conferência sobre Recursos, realizada em Portugal, este ano, O cenário base assume que metade das tarefas que têm potencial de ser automatizadas serão automatizadas até 2030. Este cenário implica numa redução de 1, 1 milhões de postos de de trabalho.
Refletindo sobre esta situação, saiba algumas das profissões em vias de extinção:
Empregados de mesa: o potencial de automação para esta função é de 77% nos próximos anos, de acordo com um estudo do Centro para um Futuro Urbano (Center for an Urban Future, em inglês).
Trabalhadores da indústria: o segundo sector mais afectado pelo boom tecnológico, principalmente pela introdução de software e robôs, nas linhas de montagem, é a indústria. Dados do estudo “How Robots Change the World” da Oxford Economics revelam, inclusive, que 400 mil empregos foram substituídos por máquinas em toda a Europa, desde o ano 2000.
Motoristas: uma análise da Universidade de Oxford dá conta de que existe uma probabilidade de 89% de que esta profissão venha a ser totalmente desempenhada por máquinas num futuro próximo.
Maquinistas: só na Europa existem já 17 linhas de metro totalmente automatizadas e em pleno funcionamento.
Carteiros: o número de empregos nesta área veio diminuir significativamente com a rápida ascensão do correio electrónico.
Agricultores: com a agricultura também a evoluir tecnologicamente, um dos objectivos é retirar a mão-de-obra humana deste sector, uma vez que se trata de uma profissão considerada de risco.
Advogados: já existe software de IA e de Big Data capaz de rever uma enorme quantidade de documentos em pouco tempo, o que poderá levar à destruição de 39% dos empregos no sector jurídico só no Reino Unido, segundo dados da Deloitte Legal.
Contudo, cerca de 0,6 -1,1 milhões de novos empregos também poderão ser criados devido ao crescimento econômico que tem origem no aumento da produtividade que a automação proporciona.
Para tanto, importa referir que, embora as várias e constantes transformações que se tem registado a nível do mercado de trabalho a nível global, é imprescindível a capacidade, da parte dos sujeito
s deste mercado (empresas e trabalhadores), de se reinventarem e realizarem permanentemente os seus upskilling & reskilling para melhor se posicionarem no mercado competitivo.
Fontes:
https://hrportugal.sapo.pt/estas-profissoes-vao-desaparecer-ja-a-partir-deste-ano-saiba-se-a-sua-e-uma-delas/.
28 de Abril - Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho
09:21:00
Sob o lema: "Vamos agir em conjunto para construir uma cultura positiva de segurança e saúde", é sublimemente reforçada a 'importância da participação e do diálogo social para garantir a segurança e saúde no trabalho, não só para proteger a vida dos trabalhadores, mas também para assegurar a continuidade das atividades no mercado de trabalho'.
Segundo declaração da OIT, uma cultura forte de SST é aquela em que o direito a um ambiente de trabalho seguro e saudável é valorizado e promovido tanto pela gestão como pelos(as) trabalhadores(as).
Tendo sido sido celebrado pela primeira vez, em Nova York (EUA), pela Nações Unidas e em 2001, adotada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), o dia 28 de Abril é celebrado, mundialmente, como o dia da Segurança e Saúde no Trabalho. Angola, enquanto Estado-Membro das Nações Unidas e da OIT, também adotou este dia, como um dia celebrativo, mas igualmente de reflexão em torno da problemática do trabalho seguro e saudável, envolvendo às empresas e os trabalhadores, enquanto sujeitos ativos promotores do desenvolvimento económico e parceiros do Estado.
De acordo com as estimativas, de 2000 à 2016, da OMS e OIT sobre o ônus de doenças e lesões relacionadas ao trabalho:
- Lesões e doenças relacionadas ao trabalho provocaram a morte de 1,9 milhão de pessoas em 2016.
- A maioria das mortes relacionadas ao trabalho deveu-se a doenças respiratórias e cardiovasculares.
- As doenças não transmissíveis foram responsáveis por 81% das mortes.
- As maiores causas de mortes foram doença pulmonar obstrutiva crônica (450.000 mortes); acidente vascular cerebral (400.000 mortes) e cardiopatia isquêmica (350.000 mortes). Lesões ocupacionais causaram 19% das mortes (360.000 mortes).
- O estudo leva em consideração 19 fatores de risco ocupacional, como exposição a longas jornadas de trabalho e exposição no ambiente de trabalho à poluição do ar, asmagens, a substâncias cancerígenas, a riscos ergonômicos e a ruído.
- Globalmente, as mortes relacionadas ao trabalho por população caíram 14% entre 2000 e 2016. No entanto, as mortes por doenças cardíacas e derrames associados à exposição a longas jornadas de trabalho aumentaram 41% e 19%, respectivamente. Isso reflete uma tendência crescente neste fator de risco ocupacional relativamente novo e o risco psicossocial
A responsabilidade pela prevenção e segurança no trabalho é de todos. Todos são chamados a exercerem o seu papel de agente de segurança no trabalho ou fora deste: empresas, trabalhadores, Estado e sociedade em geral.
O diálogo entre todos e todas (governos, empresas, trabalhadores e peritos) é imprescindível para enfrentarmos juntos a dura fase provocada pela crise sanitária mundial e os riscos profissionais que advém do contexto e tende a comprometer não só a vida económica global, como a vida de cada indivíduo, em particula.
A FRAGILIDADE DE UM MERCADO DE TRABALHO
05:38:0013:58:00
A SEGURANÇA DO TRABALHO
03:21:00
Intelegere – Formação & Serviços
(+244) 222 726 145|944 725 942|918 004 411
O QUE É UMA SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA?
02:48:00
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL, MOTIVAÇÃO E CRIATIVIDADE "CURSO"
03:07:00
No final de desta acção, os participantes vão ser capaz de:
- Conhecer os conceitos de Inteligência Emocional
- Promover o Autoconhecimento e Autocontrolo do reportório emocional dos participantes;
- Perceber em que consiste a Inteligência Emocional;
- Compreender as limitações do conceito de QI para o Sucesso Pessoal e Profissional e fazer uso do QE no trabalho;
- Desenvolver o Autodomínio, a Autoconfiança e o Autoconhecimento, a partir da compreensão do conceito de Inteligência Emocional.
- Desenvolver habilidades interpessoais através da Inteligência Emocional;
- Identificar os principais bloqueios à criatividade;
- Implementar ferramentas de pensamento criativo
DESTINATÁRIOS
Esta acção de formação destina-se a todos aqueles que pretendam desenvolver competências ao nível do Pensamento Criativo e da Inteligência Emocional. Permitindo por um lado criar e inovar no campo das soluções e por outro facilitar estratégias e conhecimentos emocionais tendo em vista o sucesso e o bem-estar intra e interpessoal.
METODOLOGIA
Através de ferramentas práticas, a metodologia a utilizar baseia-se na experiência como forma de fixação dos conceitos e valores apresentados. Das sessões fazem parte:
- Método activo, com constante interação com os participantes de maneira a que haja facilitação para a criação de ideias e confirmação dos conteúdos apreendidos;
- Vivências e exercícios que permitam a partilha e o crescimento;
- Formação centrada no formando, promovendo a autoaprendizagem e a descoberta do eu e do outro;
- Criação de Planos de ação para melhoria de competência pessoais e profissionais.
- Método de Avaliação
- Auto e hétero avaliação ao longo e no final do curso. Para além do relatório da ação, poderá ser feito um “insight” de cada participante, após discussão com o Cliente, do que se pretende que seja analisado durante a ação, e de medidas que se pretendam tomar após a mesma.
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